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Fusões no Brasil: menos negócios, cheques maiores e branding
O número de operações diminuiu, enquanto o valor de cada uma cresceu. As empresas estão fechando menos negócios, porém bem maiores, e concentrando recursos naquilo que consideram estratégico. Quando cada transação carrega tanto valor assim, uma pergunta ganha peso, e é justamente a que costuma ficar para depois: como garantir o sucesso da fusão entre duas empresas diferentes?
O paradoxo da IA no consumo brasileiro: o cliente confia na máquina para decidir, mas desconfia dela para ser convencido
Um dado recente resume bem a relação ambivalente do brasileiro com a inteligência artificial no consumo. Cerca de 58% já usam IA para comparar preços e apoiar decisões de compra, mas 62% preferem campanhas feitas por humanos e 81% valorizam quando um bot de atendimento usa uma linguagem acolhedora. À primeira vista, parece contradição: como o mesmo consumidor adota a IA para decidir e a rejeita quando a marca a utiliza?
Banco do Brasil criou a marca BB Empresas, e o que aprendemos sobre inovação
Em 2026, o Banco do Brasil apresentou a BB Empresas, uma marca dedicada ao segmento de pessoa jurídica, com a campanha "Por dentro do seu negócio". À primeira vista, parece apenas mais um lançamento publicitário e mais uma forma de fazer dinheiro. Olhando de perto, porém, trata-se de uma decisão de estratégia de marca com uma lógica que qualquer empresa, inclusive a menor delas, pode aprender e aplicar.
O consumidor brasileiro de 2026: endividado, imediatista e emocional
O brasileiro chega a 2026 mais pressionado financeiramente, mais impaciente e mais emocionalmente sobrecarregado. Três adjetivos sintetizam esse perfil, e cada um impõe uma exigência concreta às marcas que pretendem construir relações duradouras.
Como a IA já mudou a jornada de compra, e como se preparar para o novo consumidor?
Em 2026, Meta, Google e Salesforce colocaram agentes de inteligência artificial para conduzir o cliente da descoberta até o checkout, e isso muda quem realmente decide a compra: o consumidor parou de buscar e passou a delegar a escolha a uma curadoria personalizada feita pelo algoritmo. Na lógica do desacoplamento, a IA virou o desacoplador mais poderoso que já surgiu, e a marca que não estiver presente onde o agente busca e recomenda some da decisão sem nem perceber. Entenda o que essa virada significa para o comportamento do consumidor, por que o tom de voz da sua marca virou interface e quais passos acessíveis você pode dar agora para não perder leads e fazer a IA jogar a seu favor.
O NPS pode ser sua cortina de fumaça.
O NPS virou o número favorito das reuniões, mas medir a satisfação não é o mesmo que gerir a experiência.
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